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Inadimplência escolar e inovação financeira

01 de abril de 2021

Numa reportagem de abril deste ano, do jornal Folha de S. Paulo, o Educbank foi citado como uma das soluções que estão protagonizando novas formas de se apoiar financeiramente às escolas brasileiras, procurando inovar e diferenciar-se de produtos financeiros que já são velhos conhecidos do setor. Estes, até agora, não atenderam ao dinamismo que a atividade de uma escola possui, nem à sazonalidade que ela vivencia e tampouco o ciclo da sua inadimplência.

A inovação proposta pelo Educbank parte de uma solução de pagamento que garante à escola o recebimento da mensalidade escolar mesmo em caso de atraso das famílias. Em outras palavras, o Educbank assume o risco de inadimplência, que antes era todo da escola. Esta solução, que já é observada em outros setores, tais como em real estate com a startup QuintoAndar, ainda é uma novidade no setor de educação básica, mas começa a despontar.

E quem são os mais atingidos pelo problema da inadimplência? Ora, tanto as escolas quanto as famílias. As famílias porque sua capacidade de pagamento está comprometida ao ponto de ter que abrir mão de um dos bens considerados mais importantes pelo brasileiro: a educação. As escolas porque com o caixa comprometido, tempo de gestão e tempo de cobrança são alocados para dar conta de um problema que está longe de ser pedagógico. Novos investimentos são postergados, e a escola vive um cenário em que está sempre correndo atrás de resolver as intercorrências que foram geradas por cada uma das inadimplências com as quais ela tem que lidar.

Nesse cenário, a pergunta que fica é a seguinte: Como uma escola pode refletir cada vez melhor sobre a educação a qual ela se propõe a oferecer se ela está sendo solicitada a todo momento por demandas para além das pedagógicas?

O formato idealizado pelo Educbank junta todas as ocorrências de inadimplência escolar numa só, e a soluciona por meio do apoio concedido pelo Educbank a ela. Quem é o maior beneficiado desse arranjo? Com toda certeza, a educação do país, que ganha escolas melhores, com mais orçamento e governança.

Todo um novo arranjo de investimentos e financiamentos à rede privada da educação básica está chegando, pois é a primeira vez no setor que outros critérios que não os financeiros começam a ser considerados na definição do escore de uma escola (sua “nota de crédito”). O jornalista que assinou a reportagem citada no início desse artigo, Filipe Oliveira, coloca essa novidade da seguinte forma:

“As startups também tentam ser mais eficientes do que os bancos na análise de crédito do setor, ao incluir critérios pedagógicos e a reputação das instituições de ensino na análise feita antes de dar o empréstimo.”

O Educbank nasce com um objetivo ambicioso: ampliar o acesso à educação básica de qualidade no Brasil, fomentando financeiramente as nossas escolas de alto potencial — independentemente do valor de suas mensalidades. As escolas necessitam prosperar financeiramente e institucionalmente, crescendo, expandindo e desenvolvendo o seu máximo potencial — e o apoio do Educbank visa garantir os recursos e as ferramentas financeiras necessárias.

Acreditamos em um destino com amplo acesso à educação de qualidade no país. E diariamente trabalhamos sem medir esforços para tanto.

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