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O Real Digital está a caminho

08 de outubro de 2021

Muito se discute atualmente sobre novos meios de pagamento. O Yuan digital, a moeda chinesa, já está a caminho e é matéria decidida pelo governo chinês. O dólar digital está sendo desenvolvido. O Banco Central brasileiro está inteiramente comprometido com o lançamento da nossa moeda digital até 2023. Vivenciamos, portanto, um momento histórico no setor dos meios de pagamento. Por isso talvez eles venham sendo tão discutidos e tão explorados no sentido da inovação.

Inovar é um ato disruptivo. Isso quer dizer que ele produz alguma alteração na ordem das coisas que termina por redistribuir os pesos de uma balança, em regra, de um lado que ela pesava mais para um lado que ela pesava menos. Isso aconteceu com o PIX. O PIX produziu uma economia significativa para todas as empresas e consumidores. Taxas de DOC e TED que chegavam a R$ 10,00, hoje, não custam nada para pessoa física e um valor até dez vezes menor para pessoa jurídica. Esses serviços de transferência oferecidos pelas instituições financeiras ganharam uma alternativa competitiva, por meio uma inovação tecnológica.

Será que o Real digital terá o potencial também de mudar a ordem das coisas em benefício do consumidor? Isso ainda não pode ser afirmado. Mas de pronto, já podemos pensar no que se tornarão os caixas eletrônicos quando o recebimento de moeda for feito de maneira inteiramente digital. Como ficarão também as reservas dos grandes bancos quando o caso será o de cada consumidor possuir, em última instância, a custódia do seu próprio dinheiro? Questões de segurança vão emergir rapidamente, e nós teremos que nos adaptar a uma série de modificações significativas na nossa relação com o dinheiro.

Mais uma vez, o nosso Banco Central dá mostras impressionantes de inovação e transformação disruptiva, assumindo tecnologias de ponta para manter nossa economia aquecida e inovadora. Tudo isso ocorrendo num nível tecnológico, quase invisível, atuando por trás e na forma de uma estrutura de programas e servidores, que facilitam nossas vidas sem com que percebamos a dificuldade que é levantar estruturas tecnológicas para prover isto com segurança.

O mesmo acontece aqui no Educbank. Nossa plataforma precisa atender a várias situações (boletos não pagos, descontos oferecidos pela escola, pagamentos realizados com atraso, pagamentos antecipados) de maneira automatizada, para que consigamos a escalabilidade que tem o potencial disruptivo almejado. Escalabilidade e automação caminham a par e passo. Sem nunca perder de vista, é claro, que no fim das contas nosso compromisso é com a educação. Somos um time de gestores de escola, de especialistas em produtos desenhados para escolas, temos professores, até mesmo ex reitoras no nosso time, que se coloca como diverso e plural desde o início.

Hoje é difícil conceber um projeto sem um time de desenvolvedores fortes, porque a tecnologia é o meio para alcançarmos transformações significativas na economia. O Real Digital será um passo muito avançado na nossa economia, que será feito tecnologicamente. O mesmo princípio que deu origem ao PIX e está dando origem ao Real Digital, aplica-se, essencialmente, ao Educbank. É o princípio da inovação. O Educbank foi concebido desde o princípio a partir de uma tese inédita e disruptiva no setor, qual seja, a garantia de inadimplência zero para as escolas por meio de um produto financeiro ligado à adquirência (que já tratamos neste mesmo blog). Por isso mesmo, nosso alinhamento com essas novas tecnologias financeiras é completo. Somente por meio da inovação conseguimos transformar um setor, uma economia, e mais importante, toda a sociedade.

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